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Sobre Navegação Aérea
Perguntas frequentes relacionadas à Navegação Aérea
 

 
1. Em que consiste o serviço de Meteorologia Aeronáutica?
O serviço de Meteorologia Aeronáutica consiste na Observação, Vigilância e Previsão meteorológica, fornecido, pela Infraero/Departamento de Controle do Espaço Aéreo – DECEA, aos pilotos e às empresas aéreas, tendo em vista a segurança das operações de voo e de aeródromo.
 
2. Quais os tipos de observações meteorológicas são realizados pelo serviço de Meteorologia Aeronáutica?
São realizadas observações em solo, na região do aeródromo, por meio de estações meteorológicas de superfície, e também observações de altitude, utilizando balões meteorológicos.
 
3. Qual o órgão que regula a prestação de serviços de Meteorologia Aeronáutica no Brasil?
O serviço é regulado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo – DECEA, subordinado ao Comando da Aeronáutica.
 
4. Quais são os profissionais envolvidos na área de Meteorologia Aeronáutica?
No âmbito da Infraero, os profissionais de nível técnico realizam observações e vigilância meteorológica e os profissionais de nível superior fazem previsões meteorológicas e vigilância nas áreas de responsabilidade dos centros meteorológicos.
 
5. Como acessar informações meteorológicas dos aeroportos em tempo real?
As informações de meteorologia nos aeroportos podem ser acessadas pela página na internet da Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica (REDEMET) em: http://www.redemet.aer.mil.br
 
 
6. Quais os fenômenos adversos que afetam diretamente as operações de pouso e decolagem?
Os fenômenos meteorológicos adversos cruciais às operações de pouso e decolagem são rajadas de vento, cortante do vento e trovoada na região do aeródromo.
 
7. O que são rajadas de vento?
Rajadas de vento são mudanças bruscas na velocidade do vento em um pequeno intervalo de tempo.
 
8. O que é cortante do vento (Wind Shear)?
O fenômeno cortante do vento é definido como uma variação brusca na direção do vento em um eixo vertical (exemplo: rampa de aproximação final das aeronaves).
 
9. O que é trovoada?
Trovoadas são definidas como a atuação de nuvens de desenvolvimento vertical, com topos elevados, geralmente associados a correntes ascendentes e descendentes, chuva forte e/ou granizo, com raios e trovões.

10. Quais fenômenos adversos afetam o voo em rota?
Quando o avião encontra-se em rota, os fenômenos mais preocupantes são a turbulência, turbulência de céu claro (CAT), formação de gelo, presença de nuvens de desenvolvimento vertical com topos a grandes altitudes e, ocasionalmente, cinzas vulcânicas.

11. O que é turbulência?
Turbulência é um fenômeno atmosférico que faz o avião balançar e variar levemente a altitude, sendo mais comum quando se ultrapassa uma camada de nuvens, podendo ocorrer também com céu limpo. Pode ser causada por correntes térmicas ou convectivas, diferenças no relevo, variação na velocidade do vento ao longo de uma zona frontal ou alterações na temperatura e pressão atmosférica. Os aviões podem evitar zonas de turbulência com o uso de radares meteorológicos, que indicam as nuvens mais densas. As aeronaves são concebidas para suportar raios e relâmpagos. Quando um raio atinge um avião, passa por sua fuselagem sem comprometer a segurança de voo. Durante a viagem, é importante que o passageiro permaneça sentado e com os cintos afivelados, principalmente, quando for dado o aviso no avião (avisos luminosos sobre as poltronas e/ou comunicado pela tripulação). Se estiver no sanitário ou corredor do avião, é importar que o passageiro retorne imediatamente ao seu assento. No momento da turbulência, o serviço de bordo também é interrompido.
 
12. Como se processa a formação de gelo em aeronaves?
Há formação de gelo em aeronaves quando o avião atravessa áreas com condições de temperatura e umidade definidas, ocasionando o congelamento de componentes da aeronave, que resultam no mau funcionamento.
 
13. Quais os critérios para o fechamento de aeroportos por condições meteorológicas?
O teto e a visibilidade são as variáveis meteorológicas cruciais para as operações de pouso e decolagem de um aeroporto. As regras de voo visual e por instrumento, para cada aeroporto, definem os mínimos operacionais para as ocorrências de teto e visibilidade.
 
14. O que é teto para a Meteorologia Aeronáutica?
O teto é a altura, acima do solo ou água, da base da mais baixa camada de nuvens, abaixo de 6.000m (20.000 pés) que cobre mais da metade do céu.

15. Quais os fatores que influenciam a localização e orientação de pista de pouso e decolagem?
Os fatores que mais frequentemente precisam ser estudados para determinar o posicionamento e a orientação de pistas de pouso e decolagem podem ser classificados em quatro grupos:

- Tipo de operação: é quando o aeródromo será utilizado sob todas as condições meteorológicas ou somente sob condições meteorológicas visuais e se o aeródromo destinar-se-á ao uso diurno e noturno, ou somente diurno.

- Condições climatológicas: é um estudo da distribuição de ventos que deveria ser feito para determinar o fator de utilização (dados estatísticos, componentes máximos de ventos de través, grandes variações, predominância e natureza das rajadas, predominância e natureza de turbulência, presença de água, neve ou gelo e outros).

- Topografia do local do aeródromo: são suas aproximações e vizinhanças, em particular, verificando a conformidade com as superfícies limitadoras de obstáculos, uso atual e futuro do solo, comprimentos atuais e futuros da pista, custos com construção, possibilidade de instalação de auxílios.

- Tráfego aéreo no entorno do aeródromo: é considerado a proximidade de outros aeródromos ou rotas ATS, densidade do tráfego e o controle do tráfego aéreo e procedimentos de aproximação perdida.

 
16. Existem áreas sem cobertura de radares no espaço aéreo brasileiro?
Todo o espaço aéreo do Brasil é coberto por meios de vigilância (radares), auxílios à navegação e telecomunicações. Por isso, todas as regiões brasileiras são seguras para voar, pois contam com meios adequados em condições de prover segurança e fluidez nos níveis em que operam os voos comerciais.
 
17. É perigoso voar quando está chovendo?
Mesmo que a chuva seja intensa, é possível voar porque a aeronave foi concebida para operar também nessas condições. Eventualmente, pode ocorrer algum desconforto por causa das turbulências.
 
18. É possível voar à noite?
Voar durante o dia ou à noite, do ponto de vista das operações aéreas, não faz diferença, pois as operações contam com recursos tecnológicos disponíveis nos aviões e nos equipamentos de auxílio à navegação aérea.
 
19. O que é Navegação Aérea?
Navegar significa conduzir uma embarcação ou aeronave em segurança, entre pontos determinados. É um processo complexo de orientação que permite viajar por longos percursos com o objetivo de alcançar um local específico. Navegação aérea é a maneira de conduzir um veículo voador – balão, avião, dirigível ou outro artefato próprio para voar – com habilidade e segurança através do espaço com a observação de pontos significativos que sirvam como referência. No Brasil, a atuação da navegação aérea cobre uma extensa área recortada por aproximadamente 77000 milhas náuticas (142.604 km) de aerovias inferiores. São verdadeiras "avenidas invisíveis" situadas até a altitude de 24500 pés inclusive (7.468 metros) e 30000 milhas náuticas (55.560 km) de aerovias superiores (situadas a partir da altitude de 24500 pés), apoiadas por uma rede de equipamentos e auxílios às operações de voo em rota, pousos e decolagens da qual a Infraero faz parte por meio da Superintendência de Navegação Aérea. Os procedimentos de navegação aérea da Infraero têm a função de proporcionar mais segurança aos voos, por meio de serviços de gerenciamento de tráfego aéreo, telecomunicações e meteorologia. A segurança no voo começa com a observação e análise das condições do tempo. O serviço de meteorologia da Infraero fornece informações para as aeronaves, além de comercializar dados climatológicos e laudos de meteorologia. A área de meteorologia dispõe de 68 estações meteorológicas de superfície, que coletam dados, confeccionam boletins meteorológicos, transmitem dados e fornecem informações aos usuários.
 
20. O que faz um controlador de tráfego aéreo?
Presta Serviços de Controle de Tráfego Aéreo em Órgãos Operacionais de Controle de Tráfego Aéreo (ATC). A permanente evolução da aviação exige a mesma agilidade por parte do Controle de Tráfego Aéreo, de modo a manter a segurança entre as aeronaves. O Controlador de Tráfego Aéreo é o responsável pelo controle das aeronaves, em suas diversas fases de voo, nas áreas de jurisdição do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro – SISCEAB, atuando em Torres de Controle de Aeródromos, em Controles de Aproximação para Áreas Terminais e nos Centros de Controle de Área. Exercem as atividades de Controle de Tráfego Aéreo, Informação de Voo e Alerta, em operações com ou sem o auxílio de radar. É exigido deste especialista raciocínio rápido e lógico, domínio da fraseologia técnica, bom conhecimento da língua inglesa, das normas e das instruções que disciplinam a atividade de Controle de Tráfego Aéreo emitidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo – DECEA, bem como equilíbrio emocional e visão espacial.
 
21. Em quantos aeroportos o serviço de navegação aérea é prestado pela Infraero?
A Infraero presta serviços de navegação aérea em 63 aeroportos, sendo 4 deles helipontos, dos quais 3 estão em Plataformas Marítimas. Esses serviços compreendem: 12 Centros de Controle de Aproximação (APP), 21 Torres de Controle de Aeródromo (TWR), 39 Serviços de Informação de Voo de Aeródromo (AFIS) e 64 Centros Meteorológicos de Aeródromo (CMA) e 60 Salas de Informação Aeronáutica de Aeródromo (Sala AIS). Nos aeroportos, a Infraero opera e mantém equipamentos e auxílios à navegação aérea, compreendendo: 11 Sistemas de pouso por instrumentos (ILS), 33 Radiofaróis onidirecional em VHF/Equipamento radiotelemétrico (VOR/DME), 49 Radiofaróis não-direcional (NDB), 11 Sistemas de luzes de aproximação (ALS), 74 Sistemas indicadores de trajetória de aproximação de precisão (PAPI), 17 Sistemas indicadores de rampa de aproximação visual (VASIS), 63 Estações Meteorológicas de Superfície (EMS) e 4 Estações Meteorológicas de Altitude (EMA). A Infraero também opera e mantém auxílios-rádio (NDB) isolados em outras 9 localidades diferentes.
 
 
22. As Torres de Controle dos aeroportos administrados pela Infraero são operadas pela Empresa?
A Infraero administra um total de 59 aeroportos, porém, só opera 17 Torres de Controle. As demais existentes são operadas pelo Comando da Aeronáutica.
 
23. O que é uma EPTA?
Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) é uma Estação de Telecomunicações, pertencente a pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, dotada de pessoal, instalações, equipamentos e materiais suficientes para: prestar, isolada ou cumulativamente, os Serviços de Controle de Tráfego Aéreo (APP e/ou TWR), os Serviços de Informação de Voo, de Informação de Voo de Aeródromo (AFIS) e de Alerta; apoiar a navegação aérea por meio de auxílios à navegação aérea; apoiar as operações de pouso e de decolagem em plataformas marítimas, ou ainda, veicular mensagens de caráter geral entre as entidades autorizadas e suas respectivas aeronaves, em complemento à infraestrutura de navegação aérea existente.

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24. Quais são as categorias estabelecidas para uma EPTA?
A EPTA tem sua categoria estabelecida quando da sua homologação/ativação, de acordo com o serviço prestado e suas características. E podem ser:

- Categoria "Especial" – Capacitada a prestar os Serviços de Controle de Tráfego Aéreo (Aproximação - APP e/ou Torre – TWR) e o Serviço de Meteorologia Aeronáutica;

- Categoria "A" – Capacitada a prestar os seguintes serviços: de Informação de Voo (FIS), de Informação de Voo de Aeródromo (AFIS), de Alerta e Operação de Regras de Voo por Instrumentos (IFR);

- Categoria "B" – Destina-se, exclusivamente, à veiculação de mensagens de regularidade de voo e de caráter geral de interesse administrativo das entidades e de suas respectivas aeronaves;

- Categoria "C" – Constitui-se, essencialmente, de auxílios visuais luminosos e/ou auxílios rádio à navegação aérea não vinculados a um AFIS ou Órgão ATC destinados a apoiar a navegação aérea;

- Categoria "M" – Destina-se, exclusivamente, ao apoio às operações de pouso e decolagem em plataformas marítimas, veiculando informações meteorológicas específicas à atividade, e tramitando mensagens de caráter geral entre entidades e aeronaves a seu serviço.

 
25. A Infraero opera e mantém EPTA?
Conforme previsto na Portaria Normativa Interministerial nº 24/MD/SAC, de 4 de janeiro de 2012, os órgãos de Navegação Aérea da Infraero passaram a operar sob a forma de Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) desde 30 de junho de 2012, de acordo com as Autorizações Provisórias de Operação (APO) emitidas pelos órgãos regionais do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

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26. Quais as categorias de EPTA que a Infraero opera e mantém?
Atualmente, a Infraero opera e mantém 70 EPTA, das quais 24 são da Categoria Especial (ESP), 38 da Categoria "A" – dentre essas, as EPTA Categoria "A" de São Tomé e das plataformas marítimas de Albacora, Enchova e Marlim são operadas pela Infraero mediante contrato e a EPTA Criciúma mediante convênio – e 8 da Categoria "C".
 
 
 
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