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17/10 - Resposta ao jornal O Estado de S. Paulo PDF Imprimir E-mail
Segunda-Feira 17 de Outubro de 2011 às 13:41

 

      Com relação à carta do leitor Guilherme Soter, publicada neste sábado (15/10), o jornal O Estado de S. Paulo procurou a assessoria de imprensa do Aeroporto de Congonhas sobre o episódio em questão. A Infraero se posicionou sobre o ocorrido, conforme nota enviada ao jornal em 04/10. O recebimento da resposta foi confirmado pela redação por e-mail e telefone. Todavia, a nota publicada no sábado estranhamente não fez uso das informações abaixo:

RESPOSTA AO JORNAL O ESTADO DE S. PAULO

04.10.10

      Caro Sr. Guilherme Soter,

      Com relação a sua reclamação, a Infraero esclarece:

      A Infraero mantém em todo o aeroporto câmeras de vigilância no intuito de coibir ações criminosas. Contudo, por tratar-se de uma área de uso particular da empresa aérea, a Infraero não mantém vigilância interna naquela área.
 
      É importante esclarecer que o policiamento das áreas públicas do aeroporto é realizado pela Polícia Civil ou Militar, enquanto a segurança das áreas restritas cabe à Polícia Federal.
 
      A Infraero também conta com vigilantes terceirizados, que possuem a atribuição de restringir o acesso de pedintes, cuidar do patrimônio público e orientar passageiros que se descuidam de seus pertences. Eles também efetuam rondas no Terminal, nas calçadas e próximos aos balcões das empresas aéreas. Quando é detectada alguma ação suspeita, as polícias Civil, Militar ou Federal são acionadas.
 
      Outra ação da Infraero é comunicar aos passageiros, por meio do sistema de som, para ficarem atentos às suas bagagens e pertences. O aviso é feito em português, inglês e espanhol, e é veiculado de 30 em 30 minutos. 
 
 
   Assessoria de Imprensa - Infraero
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O ESTADO DE S. PAULO                            PÁG.C2                                       CIDADES

Assaltos em Congonhas (São Paulo Reclama)

Minha namorada iria pegar um voo para Vitória (ES) pela Gol saindo de Congonhas, em 25/9, às 14h55. Quando ela fazia o check-in no totem de autoatendimento da loja da companhia, um homem a abordou em um idioma estrangeiro. Ao se virar para tentar entendê-lo, alguém roubou seus pertences. (...) Ela fez um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil do aeroporto. Encontrei-a lá e questionei quem era o responsável pela segurança dos passageiros. O delegado explicou: “O aeroporto não é um porto seguro e esse tipo de ocorrência acontece com freqüência”, e ainda disse que há quadrilhas que agem no local. No balcão da Gol a supervisora explicou que a segurança de dentro da loja era de responsabilidade da Infraero (...).

GUILHERME SOTER / SÃO PAULO

A Gol informa que não mediu esforços para prestar o atendimento necessário aos clientes e que este relato será encaminhado para a área administrativa de aeroportos da companhia. A Polícia Civil e a Infraero não responderam.


 

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