Desde 2001, o Aeroporto Internacional de Belém se transformou em um exemplo do padrão que a Infraero implementa em seus aeroportos.
Imponente em meio à vastidão da Amazônia, o desenho do edifício utiliza planos curvos na cobertura para permitir que a luz percorra toda a extensão do grande salão do terminal. O arquiteto Sérgio Parada usou de criatividade ao adotar totens de múltiplo uso com projetores de luz, sistema de som, ar-condicionado e telefones públicos.
Tradicionalmente denominado de Aeroporto de Val-de-Cans, é responsável pelo incremento do turismo na região, escoamento da produção e captação de novos investimentos.
O terminal de passageiros é totalmente climatizado em seus dois níveis e conta com uma arquitetura futurista, projetada para aproveitar a iluminação natural do ambiente. Os portadores de necessidades especiais têm atendimento individualizado com equipamentos próprios, em locais específicos que facilitam a locomoção.
Seu interior é ornamentado com plantas da região amazônica que se encontram cercadas por uma fonte capaz de imitar o barulho das chuvas que caem todos os dias na região.